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Apaixonei-me pelo Tarot

Apaixonei-me pelo Tarot

Numa fase de transformação profunda na minha vida, descobri algo inesperado e que mudou a forma como me conecto comigo mesma: o tarot e os oráculos.

Mas não o tarot de adivinhação, aquele que tenta prever o futuro e sim o tarot como ferramenta terapêutica e intuitiva, um espelho da alma que nos ajuda a compreender o presente, a integrar emoções e a despertar consciência.

 

Durante algum tempo, andei perdida, à procura de respostas. Primeiro tentei ir pelo racional, pelo lógico, pelo que é concreto e mensurável. Queria explicações, resultados, certezas.

Sempre fui muito pragmática e cética, a minha confiança estava naquilo que podia ver e provar. Mas nada disso me preenchia realmente.

E, de forma mágica e surpreendente, apaixonei-me pelo tarot, algo que não se consegue explicar apenas com a mente.

 

O seu lado visual fascina-me, assim como a sua simbologia profunda, a clareza das suas mensagens que não são previsões, mas convites à reflexão e à ação consciente. Cada carta, cada desenho, cada detalhe tem um significado que nos fala de nós mesmos e das situações à nossa volta.

 

Com o tarot aprendi a ouvir-me de uma forma nova: a minha intuição ganhou uma nova força. 

Descobri que o tarot é um espelho da alma, um reflexo das partes de mim que muitas vezes não vejo ou não quero ver. Ele revela padrões, bloqueios, desejos e medos, ajudando-me a compreender a minha própria história de um modo mais profundo. Tornou-se um instrumento essencial no meu caminho de autoconhecimento, um ponto de encontro entre o que sou e o que ainda posso vir a ser.

 

Ao mesmo tempo, descobri o seu lado místico: a sensação de que há algo maior em jogo, uma energia que conecta passado, presente e possibilidades futuras, que nos guia sem nos tirar o poder de decisão. Há algo de mágico neste processo, como se o tarot nos lembrasse que somos parte de algo maior e que a vida fala connosco através de símbolos, sinais e sincronicidades. Esse diálogo com o invisível trouxe-me uma nova forma de fé: não dogmática, mas viva, íntima, pessoal.

 

A minha relação com os baralhos é intensa e pessoal. Sou muito exigente com eles, cada baralho que tenho é escolhido com cuidado, estudado, sentido. Há algo viciante nisso: é impossível não se perder na riqueza de símbolos, nas camadas de significados e nas pequenas revelações que surgem em cada leitura. Tive até de me impor limites para não comprar mais oráculos! Cada baralho é como uma extensão do meu próprio mundo interior, uma ferramenta de autoconhecimento e uma companhia próxima.

 

Algo que também me agrada é o facto do tarot funcionar de forma prática.

Não é um instrumento de adivinhação, mas sim de expansão de consciência.
 

Não é magia previsível, não se trata de adivinhar o futuro, mas sim de abrir caminhos de consciência, de nos colocar frente a frente com escolhas, emoções, padrões e possibilidades. Funciona comigo e com muitas pessoas que tenho acompanhado. É inexplicável, mas é real: quando me conecto com as cartas, sinto clareza, presença e orientação que não surgiriam apenas através da razão.

 

Sinto, também, que há uma certa incompreensão à volta do tarot.

Muitas pessoas olham apenas para a superfície, sem se aprofundarem na história, na simbologia ou na forma de usar estas ferramentas.

Para mim, mergulhar nesse universo é como descobrir um idioma próprio, uma forma de pensar, sentir e agir de forma mais consciente. É algo que me enriquece, me desafia e me transforma diariamente. O tarot ensina-me sobre mim, mas também sobre a vida, sobre ciclos, escolhas, sombras e luz. É uma escola de consciência e evolução pessoal, onde cada leitura é uma oportunidade de crescimento e empoderamento.

 

Hoje, o tarot e os oráculos fazem parte do meu trabalho e da minha missão.

Integro-os nas minhas sessões e programas como ferramentas de reflexão e desenvolvimento interior. Ajudam as pessoas a verem com mais clareza o que está por trás das suas dúvidas, a reconhecerem os seus bloqueios e potenciais e a encontrarem respostas dentro de si. O tarot não diz o que fazer, mostra caminhos, desperta consciência e convida à responsabilidade pessoal. É, acima de tudo, uma ponte entre o que sentimos e o que precisamos compreender para seguir em frente com mais autenticidade e propósito.

 

A magia que encontro nas cartas faz-me acreditar que existe mais do que conseguimos perceber com a lógica pura e aprendi a valorizar essa dimensão intuitiva e mística sem nunca perder o pé na realidade nem o compromisso com a autenticidade e o livre-arbítrio. Através deles aprendi a ouvir, a refletir, a confiar na minha intuição e a agir com mais presença. É uma ligação profunda, pessoal e inexplicável, algo que mudou a minha forma de viver e de perceber o mundo e que continua a crescer a cada nova leitura, a cada novo baralho, a cada nova descoberta.

 

Se sentes curiosidade, o meu conselho é: experimenta com atenção e abertura. Aprende a ouvir, a interpretar, a sentir. E, se fores como eu, podes acabar por te apaixonar profundamente, de forma prática, mística e transformadora.

 

Se gostavas de aprofundar este universo e explorar o Tarot como um espelho da tua alma, deixo-te três caminhos possíveis, cada um com uma intenção diferente, mas todos alinhados com a tua verdade interior:

  1. Sessão de Autoconhecimento através do Tarot Uma leitura profunda para explorares padrões, necessidades e direções da tua jornada, com clareza e consciência: Sabe mais AQUI

  2. Sessão de Tarot para Negócios ou Projetos Ideal para quem quer alinhar propósito, estratégia e energia criativa. Um espaço de visão, expansão e tomada de decisão intuitiva: Sabe mais AQUI

  3. Sessão Intuitiva de Tarot Leitura personalizada, com mensagens práticas e reflexão emocional para integrares no teu dia a dia: Sabe mais AQUI

 

Se sentires o chamado, estou deste lado para caminhar contigo.